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Mostrando postagens de Junho, 2012

VERDADEIRO AMOR!

Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio. O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história: “Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta. Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados. Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção: “- Meus filhos, foram 55 bons anos…Ninguém pode falar do amor verdadeiro …

Um Arco Iris na estrada

Nesses dias aqui em Sydney tem chovido muito. Ontem mesmo dizem que a chuva que caiu por aqui foi uma tempestade. São tipo esses dias quando você vai dormir no quentinho, coberto, na sua cama macia e confortável, o coração dói por aqueles que não têm nem uma árvore para se proteger, dói por aqueles que o “céu é o limite”, limite de teto, pois infelizmente moram nas ruas. Eu me peguei orando por essas pessoas nesses dias.
Por ver coisas assim acontecerem, às vezes parece que Deus não se importa com a condição do ser humano. Eu não estou falando daqueles que estão presos no trânsito num dia de chuva e passa em sua cabeça que Deus não se importa com a sua reunião agendada em minutos, estou falando daquele que passa na pele o frio, a doença, a dor, o desespero de ver que a cada gota que cai, mais um “barraco” pode ir ao chão, mais um tipo de doença pode acontecer, mais uma noite tremendo de frio.
E foi hoje mesmo, dirigindo debaixo de mais um dia de chuva, pensando e reclamando que eu não…